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CONVOCAÇÃO GERAL CONJUNTA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

Sindpol RJ Comente 13.12.17 873 Vizualizações Imprimir Enviar

CONVOCAÇÃO GERAL CONJUNTA DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro – SINDPOL/RJ, a Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro – COLPOL/RJ, a Associação dos Peritos Oficiais do Estado do Rio de Janeiro – APERJ e a Associação dos Papiloscopistas Policiais do Estado do Rio de Janeiro – APPOL/RJ, CONVOCAM toda a categoria Policial Civil para uma Assembleia Geral Extraordinária Conjunta de urgência, a ser realizada no dia 14/12/2017, quinta-feira, às 19 horas, no auditório do Club Municipal, sito à Rua Haddock Lobo, 359, Tijuca, Rio de Janeiro, com indicativo de paralisação das atividades, face ao notório quadro de HIPOSSUFICIÊNCIA ECONÔMICA E FINANCEIRA enfrentado pela categoria, provocado pelo não pagamento de VERBAS DE NATUREZA ALIMENTAR, como os 13° salários de 2016 e 2017 e as horas extras desde setembro/2016.

Diante do reiterado descumprimento da palavra empenhada pelo próprio Governador, bem como as matérias jornalísticas veiculadas até o presente momento, depreende-se que as negociações do empréstimo com o Banco BNP Paribas, não serão finalizadas a tempo de permitir o pagamento dos 13° salários de 2016 e 2017 até o dia 20 de dezembro, o que configura uma intolerável violação a mais um direito fundamental dos Policiais Civis, quebrando, por, analogia, uma relação jurídica contratual de trabalho.

Apesar dos hercúleos esforços encetados pelas entidades para tratar de forma diplomática as dificuldades alegadas pelo Governo do Estado, chegou-se à óbvia conclusão de que não há mais espaço para um diálogo produtivo, logo, exigimos que tanto o Estado quanto a União resolvam, de forma rápida, clara e transparente, as pendências que ainda sejam empecilho para a solução definitiva dessa tragédia humanitária que assola os Policiais Civis do RJ.

Conhecemos nossos deveres, bem como as peculiaridades que circundam o exercício da atividade policial, porém o juramento que fizemos não pode servir de escudo para o sistemático ataque ao direito mais básico de um profissional, que é o de se alimentar e de prover o sustento de sua própria família. Não somos máquinas, somos humanos. Precisamos nos alimentar para sobreviver.

Esperamos, sinceramente, que o Governo solucione a questão definitivamente e cumpra com sua obrigação legal e moral, evitando a tempo tamanho desgaste que será inevitável sem as necessárias providências.

Rio de Janeiro, 08 de Dezembro de 2017

Marcio Garcia
SINDPOL-RJ

Fábio Neira
COLPOL-RJ

Denise Rivera
APERJ

Marco Antonio
APPOL-RJ

 

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